“O patrulheiro
de ROMU é um encarregado de aplicação da lei. Seu trabalho é baseado em técnicas e procedimentos táticos e suas ações
baseadas na mediação dos conflitos,
na intervenção especializada
e na constante busca da paz social”
Apenas ser
escolhido no meio da tropa, colocar uma boina,
utilizar um braçal e denominar “ sou tático” ou colocar um adesivo na viatura não é o suficiente e recomendado. Um integrante de uma equipe tática deve participar de vários cursos
e treinamentos, ser conhecedor de varias técnicas
policiais, treinamento
constante, dominar e manusear no mínimo três
tipos de armas, entre outros requisitos.
Isso é só algumas das características de uma equipe tática, só reforço a tese de que é necessário possuir homens bem treinados, uma equipe especializada, pronta para os mais diversos serviços. É onde entra o comprometimento e a vontade de realizar um trabalho diferenciado, independente do horário ou local o importante é a missão ser cumprida porém com uma qualidade e preparo maior, no qual as chances de êxito são maiores. A essência do operador tático e da equipe, são um conjunto de características que favorecem uma sinergia. As principais características, atributos ou mandamentos do homem de ROMU:
- Atitude
- Bravura
- Companheirismo
- Dignidade
- Disposição
- Disciplina
- Idealismo
- Inteligência
- Lealdade
- resistência
Além destas características, procura-se profissionais que possuam
uma Agressividade controlada que
significa restringir seu comportamento agressivo
à necessidade da situação,
conforme o prescrito nos procedimentos e doutrina. A agressividade deve ser utilizada como uma ferramenta, de forma consciente e livre de motivações do
âmbito pessoal. Utilizar apenas o necessário para proteger a si, a equipe e as vítimas.
Lembre-se: “ Patrulhamento tático
não é força, e sim técnica, tática
e procedimentos.”
Siderley Lima, GCM de Jandira, operador de ROMU, autor de 07 livros, instrutor e palestrante.
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