segunda-feira, 4 de maio de 2026

CARACTERÍSTICAS DO OPERADOR DE ROMU

  

“O patrulheiro de ROMU é um encarregado de aplicação da lei. Seu trabalho é baseado em técnicas e procedimentos táticos e suas ações baseadas na mediação dos conflitos, na intervenção especializada e na constante busca da paz social”

 

                   Na área policial existem os mais diversos tipos de grupos e equipes táticas atuando, quando                     falamos no patrulhamento tático temos que destacar algumas características que é                                 encontrada  no patrulheiro de ROMU.

Apenas ser escolhido no meio da tropa, colocar uma boina, utilizar um braçal e denominar “ sou tático” ou colocar um adesivo na viatura não é o suficiente e recomendado. Um integrante de uma equipe tática deve participar de vários cursos e treinamentos, ser conhecedor de varias técnicas policiais, treinamento constante, dominar e manusear no mínimo três tipos de armas, entre outros requisitos.

Isso é algumas das características de uma equipe tática, só reforço a tese de que é necessário possuir homens bem treinados, uma equipe especializada, pronta para os mais diversos serviços. É onde entra o comprometimento e a vontade de realizar um trabalho diferenciado, independente do horário ou local o importante é a missão ser cumprida porém com uma qualidade e preparo maior, no qual as chances de êxito são maiores. A essência do operador tático e da equipe, são um conjunto de características que favorecem uma sinergia. As principais características, atributos ou mandamentos do homem de ROMU:

-  Atitude

-  Bravura

-  Companheirismo

-  Dignidade

-  Disposição

-  Disciplina

-  Idealismo

-  Inteligência

-  Lealdade

-  resistência

 

 

Além destas características, procura-se profissionais que possuam uma Agressividade controlada que significa restringir seu comportamento agressivo à necessidade da situação, conforme o prescrito nos procedimentos e doutrina. A agressividade deve ser utilizada como uma ferramenta, de forma consciente e livre de motivações do âmbito pessoal. Utilizar apenas o necessário para proteger a si, a equipe e as vítimas.

Lembre-se: Patrulhamento tático não é força, e sim técnica, tática e procedimentos.”



Siderley Lima, GCM de Jandira, operador de ROMU, autor de 07 livros, instrutor e palestrante.

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